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24.08.2026 03:24 PMOs mercados agora aguardam detalhes de um plano dos EUA para isolar economicamente o Irã, que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, deve apresentar em uma coletiva de imprensa esta noite. Em uma entrevista recente, ele procurou aumentar a pressão sobre os aliados dos EUA para que se juntem à campanha, identificando como principal alvo os países que compram e transportam o petróleo iraniano e instando-os a considerar as consequências.
Bessent advertiu que qualquer plano ousado para interromper de forma significativa as importações de petróleo iraniano envolve riscos consideráveis de execução e a possibilidade de retaliação. Ainda não está claro como os EUA podem aumentar significativamente a pressão econômica sobre Teerã sem mirar a China, principal compradora do petróleo iraniano, uma medida que poderia provocar uma resposta séria.
Os fluxos físicos de abastecimento estão fragmentados e repletos de exceções. Embora o tráfego marítimo visível pelo Estreito de Ormuz permaneça restrito, o Irã permitiu que alguns petroleiros transitassem por essa importante via marítima após um pedido de Bagdá. Tanto Washington quanto Teerã continuam a reivindicar o controle do estreito.
O panorama técnico do petróleo sugere que os compradores precisam superar a resistência mais próxima, em US$ 86,60. Se o preço se mantiver acima desse nível, os compradores terão como meta US$ 89,60; acima desse valor, será difícil avançar ainda mais. Um alvo mais distante é US$ 92,56. No lado de baixa, os vendedores tentarão assumir o controle do nível de US$ 84,40. Se conseguirem, uma quebra dessa faixa causará sérios danos aos compradores e empurrará o petróleo em direção a US$ 81,50, com a possibilidade de estender a queda até US$ 78,70.
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*A análise de mercado aqui postada destina-se a aumentar o seu conhecimento, mas não dar instruções para fazer uma negociação.

