Dívida global atinge recorde de US$ 353 trilhões no primeiro trimestre de 2026
Enquanto isso, os acontecimentos recentes estão funcionando como catalisador para uma nova alta nos preços do petróleo, intensificando as preocupações com a inflação.
Além disso, O forte relatório de emprego dos Estados Unidos (NFP - Non-Farm Payrolls) divulgado na sexta-feira reforçou as expectativas de uma postura mais hawkish por parte do Federal Reserve e sustentou os elevados rendimentos dos Treasuries americanos. Isso fortalece ainda mais o dólar e aumenta a cautela entre os compradores do GBP/USD.
Por outro lado, a libra esterlina continua recebendo suporte da redução das preocupações em torno da posição do primeiro-ministro Keir Starmer, especialmente após o Partido Trabalhista sofrer perdas significativas nas eleições locais na Inglaterra e nas votações parlamentares na Escócia e no País de Gales. O par também é sustentado por sinais hawkish do Bank of England, que indicou a possibilidade de elevar as taxas de juros caso a inflação permaneça elevada.
Quanto às perspectivas futuras, não há divulgação de indicadores econômicos importantes programada para esta segunda-feira que possa influenciar significativamente o mercado. Portanto, a movimentação dos preços dependerá principalmente do comportamento do dólar americano e das manchetes geopolíticas.
Ainda assim, o cenário fundamental misto, combinado com a movimentação lateral observada nas últimas semanas, sugere que pode ser mais prudente aguardar sinais mais claros de continuação do momentum de alta antes de abrir novas posições de compras no par.
Do ponto de vista técnico, ainda não há sinais claros de fortalecimento da tendência de alta. No entanto, os osciladores permanecem em território positivo, confirmando que os compradores ainda mantêm certa vantagem no mercado. Além disso, o par continua sendo negociado acima das principais médias móveis, o que também sustenta a perspectiva de alta.