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Tusk atribui a alta do petróleo à política dos EUA enquanto o Brent atinge pico

Tusk atribui a alta do petróleo à política dos EUA enquanto o Brent atinge pico

O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, pediu aos jornalistas que direcionassem perguntas sobre o aumento dos preços dos combustíveis ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que Varsóvia tem pouca influência sobre a dinâmica do mercado global, enquanto as medidas tomadas em Washington moldam a evolução dos preços das commodities.

O comentário foi feito em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e ao bloqueio efetivo do Estreito de Ormuz. Esses acontecimentos levaram o petróleo Brent a ultrapassar US$ 100 por barril em 9 de março de 2026, e os preços chegaram a um pico de US$ 115 por barril, provocando um aumento acentuado nos custos da gasolina.

Tusk afirmou que espera que Trump cumpra as promessas de pôr rapidamente fim às hostilidades na região. No entanto, os cortes de produção por parte dos principais produtores e as perturbações logísticas no Golfo Pérsico continuam a exercer pressão ascendente sobre os preços dos derivados de petróleo.

A manutenção dos preços do petróleo em torno de US$ 100 por barril aumenta o risco de uma recessão global, alertou Tusk. Os custos mais elevados da energia aceleram a inflação e obrigam os bancos centrais a manter taxas de juros elevadas. Segundo ele, a volatilidade contínua no Golfo Pérsico torna uma desaceleração da atividade econômica o cenário mais provável.

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