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A Casa Branca avalia os riscos econômicos de um petróleo a US$ 200 por barril, à medida que o conflito com o Irã se prolonga

A Casa Branca avalia os riscos econômicos de um petróleo a US$ 200 por barril, à medida que o conflito com o Irã se prolonga

A administração Trump começou a avaliar as implicações econômicas de um possível aumento do preço do petróleo para US$ 200 por barril, informou a Bloomberg em 26 de março de 2026, à medida que autoridades analisam os efeitos de um confronto militar prolongado com o Irã sobre os mercados globais.

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, expressou preocupação de que uma escassez significativa de oferta possa desencadear um choque inflacionário. Segundo ele, a duração do confronto atual será a variável-chave para determinar a magnitude do déficit de oferta e a resiliência da economia dos EUA. O Tesouro estima que a escassez temporária nos mercados globais já varia entre 10 e 14 milhões de barris por dia.

O comando militar do Irã, Khatam al‑Anbiya, afirmou que a continuidade das operações conjuntas entre EUA e Israel seria uma condição para que os preços atinjam US$ 200. Um representante do quartel-general, Ebrahim Zolfakari, declarou que a segurança regional é o único fator capaz de garantir preços estáveis. O trânsito pelo Estreito de Ormuz continua restrito, levando Washington a recorrer à Reserva Estratégica de Petróleo.

A Casa Branca busca evitar um aumento crítico nos preços da gasolina ampliando a disponibilidade física de petróleo bruto. As medidas atuais incluem a suspensão temporária de sanções sobre o petróleo iraniano e russo já embarcado em navios-tanque. Analistas alertam que o Federal Reserve pode adotar uma postura monetária mais restritiva caso o choque no petróleo se prolongue.

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