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Perdas das empresas globais com a guerra no Oriente Médio chegam a US$ 25 bilhões

Perdas das empresas globais com a guerra no Oriente Médio chegam a US$ 25 bilhões

As perdas totais sofridas por empresas internacionais em decorrência do conflito militar no Oriente Médio atingiram US$ 25 bilhões até 20 de maio de 2026. A agência Reuters documentou a dimensão dos danos financeiros com base na análise de relatórios de empresas de capital aberto listadas nas bolsas dos Estados Unidos, Europa e Ásia.

O principal fator por trás da deterioração do desempenho empresarial global foi a rápida alta dos preços das principais commodities, incluindo petróleo bruto, derivados, gás natural e gás natural liquefeito (GNL). O forte aumento dos custos obrigou empresas em todo o mundo a implementar programas de redução de despesas.

Pelo menos 279 grandes empresas citaram publicamente a escalada no Oriente Médio como causa direta para a adoção de medidas de crise, aperto orçamentário e enfraquecimento da atividade produtiva.

Para estabilizar sua situação financeira, corporações multinacionais estão aumentando os preços dos produtos, suspendendo pagamentos de dividendos e reduzindo quadros de funcionários. Executivos também têm recorrido a licenças não remuneradas, sobretaxas de combustível e pedidos de apoio governamental. Essas medidas refletem uma desaceleração da atividade econômica em setores-chave da indústria global.

O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) considera improvável uma restauração completa dos fornecimentos provenientes de terminais do Oriente Médio no curto prazo. O órgão projeta que as interrupções nos principais fluxos de petróleo provavelmente persistirão pelo menos até o fim de 2026.

Diante desse cenário, espera-se que os danos acumulados à economia global continuem a aumentar de forma progressiva no médio prazo.

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